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Fontes Renováveis de Energia

Fontes Renováveis de Energia

Energia renovável é uma expressão usada para descrever uma ampla gama de fontes de energia que são disponibilizadas na natureza de forma cíclica. As fontes renováveis podem ser utilizadas para gerar eletricidade, para gerar calor ou para produzir combustíveis líquidos para o setor de transportes. Atualmente, é imprescindível que elas estejam inseridas nas políticas energéticas dos países, já que exercem um papel importante para a sustentabilidade do sistema energético.

Vários países têm investido na ampliação da participação das fontes renováveis de energia na matriz energética. O crescimento observado nos últimos anos é notável. Entretanto, sua contribuição à geração de energia é ainda muita reduzida. Hoje em dia, os países industrializados, maiores consumidores, contam fundamentalmente com fontes não-renováveis de energia. O esgotamento desses recursos ao longo do tempo implica custos crescentes de produção. Desse modo, alternativas às fontes tradicionais ou novos métodos de produção são necessários para o atendimento da demanda crescente por energia.

As novas fontes renováveis de energia – biomassa, eólica, solar, de marés, pequenas centrais hidroelétricas (PCHs) – têm se constituído em alternativas às fontes tradicionais. Além de serem classificadas como opções ambientalmente corretas, permitem, em vários casos, a geração distribuída de energia. Assim, as geradoras que utilizam essas fontes alternativas costumam se localizar próximas aos centros de consumo, para atender às demandas de localidades isoladas.

No caso do Brasil, em particular, a presença de fontes renováveis na matriz energética é significativa, principalmente a hidroeletricidade e a biomassa. Apesar da predominância de fontes renováveis, o governo brasileiro tem defendido, em negociações internacionais, a ampliação de novas fontes renováveis nas matrizes energéticas dos diversos países, de forma que os impactos futuros ao meio ambiente sejam minorados.

O desenvolvimento de novas fontes renováveis não se limita ao atendimento a compromissos ou obrigações ambientais, mas também visa ao desenvolvimento de tecnologias no país, reduzindo, assim, uma possível dependência de tecnologias de ponta para a produção de energia. Além disso, as novas fontes renováveis têm sido utilizadas como forma de reduzir as diferenças regionais no que diz respeito ao acesso à energia. Apesar de seus elevados custos, se comparados com os das fontes tradicionais, as novas fontes renováveis podem se tornar competitivas em comunidades isoladas.

Os custos de investimento das fontes renováveis são, em geral, mais elevados do que os das tecnologias convencionais. Essas últimas já atingiram um nível tal de maturidade que os pesados investimentos em desenvolvimento tecnológico já foram recuperados e os custos se reduziram com a experiência e a escala adquiridas ao longo do tempo. Embora as diferenças entre custos de produção sejam ainda expressivas, é importante observar que o tempo de maturação de uma tecnologia é longo, mas os ganhos com a experiência podem ser expressivos. Especialistas em energia costumam analisar as reduções de custos de novas tecnologias procurando verificar como essas tecnologias podem afetar a dinâmica da competição dos energéticos no longo prazo.

Em um contexto de custo elevado das fontes renováveis em relação aos combustíveis fósseis, a justificativa para a antecipação da penetração das fontes renováveis no mercado baseia-se em benefícios ou externalidades positivas proporcionados por essas fontes. Em primeiro lugar, uma penetração maior das fontes renováveis no mercado implica a diversificação da matriz energética e, por conseguinte, reduz o risco de abastecimento, aumentando, assim, a segurança energética dos países. Isso é particularmente importante em um contexto de alta volatilidade de preço do petróleo. Em segundo lugar, a maior participação das fontes renováveis garante melhor condição ambiental e de saúde à população. Há uma participação significativa das emissões de enxofre (85%), dióxido de carbono (75%) e particulados (35%) nas disfunções humanas, devido à queima de combustíveis fósseis [Goldemberg 2004)]. O custo dos tratamentos hospitalares não é internalizado no custo dos combustíveis fósseis. Além disso, as fontes renováveis contribuem para o cumprimento de metas do meio ambiente global, como a redução das emissões do efeito-estufa.

Em países em desenvolvimento, as fontes renováveis contribuem para a diversificação da matriz energética e auxilia o desenvolvimento local. Em áreas rurais, as fontes renováveis apropriadas a esse contexto podem contribuir de forma mais incisiva para o desenvolvimento econômico, melhorando a produtividade na agricultura, reduzindo as desigualdades regionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população, notadamente nos campos da saúde e educação, permitindo a melhoria dos meios de comunicação e reforçando a capacidade de produção na região com melhor infra-estrutura. Nesse sentido, o desafio imediato é assegurar que a matriz energética considere a segurança ambiental e os valores sociais [AIE (2002)].

Diferentemente da maioria dos outros países, o Brasil tem tradição e vantagens comparativas para produzir energias renováveis, notadamente hidroeletricidade e biomassa. Possui potencial para produção de energia eólica (principalmente no Nordeste) e solar (em particular em regiões isoladas), mas essas tecnologias apresentam custos de geração ainda muito elevados. Esses custos têm tendência declinante e a sua redução é função da capacidade instalada. Em um contexto de custos marginais decrescentes das novas fontes renováveis e de custos marginais crescentes das fontes tradicionais, é provável que a produção de fontes renováveis seja competitiva no futuro. Cabe ao governo decidir se o país deve incentivar as fontes renováveis e selecionar aquelas que se adaptem melhor ao seu contexto.

Fonte: O Papel das Fontes Renováveis de Energia no Desenvolvimento do Setor Energético (BNDES,2005).

 

Escrito por Shayra Lauar. Empreendedora dos Cursos de Engenharia da Faculdade Serra Dourada Altamira.

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Uso do Fio Dental

Uso do Fio Dental

O fio dental deve ser usado assim que a criança apresentar mais de um dente lado a lado. Este será o único objeto possível para a limpeza entre os dentes.

O uso diário do fio dental como complemento da higienização bucal tem efeito benéfico sobre a saúde dental e gengival. No entanto, por falta de coordenação motora, não se deve esperar que crianças com menos de oito anos sejam capazes de usar o fio dental corretamente, havendo a necessidade de auxílio por parte da mãe ou responsável.

Devido à grande prevalência da doença cárie interproximal (entre os dentes) um estudo foi realizado em crianças pré-escolares no município de Gurupi, com o objetivo de verificar a prática do uso do fio dental e as dificuldades encontradas pelas mães de crianças de 2 a 8 anos. 

Os resultados demonstraram que as crianças não recebem adequadamente a limpeza interdental (84%) e os principais motivos alegados pelas mães foram: ausência de hábito de uso diário do fio dental (36%), o produto é caro (22%) e as crianças não deixavam passar o fio dental (38%). 

A partir deste estudo foi possível concluir que as dificuldades que influenciam e interferem no uso do fio dental, são a falta de esclarecimento quanto à importância dessa técnica e a ausência do hábito da parte dos pais (RANK, RCIC, RANK, MS, DIB, JE. DIFICULDADES MATERNAS QUANTO AO USO DO FIO DENTAL EM CRIANÇAS. Publ. UEPG Ci. Biol. Saúde, Ponta Grossa, 12 (3): 31-38, set. 2006).

Por isso, mais uma vez é necessário reforçar que o uso de fio dental é fundamental por todas as crianças e é extremamente importante o auxílio ao uso do fio dental em crianças, até completarem 8 anos.

Somente com esta atitude poderemos ter crianças livres de cáries entre os dentes.

Observação: Existem no mercado variações do fio dental que podem ser usados com a mesma eficácia.

 

Escrito por Carolina Lage. Empreendedora do Curso de Odontologia da Faculdade Serra Dourada Altamira. 

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Construindo Cidades Verdes

Construindo Cidades Verdes

Na visão de Du Plessis (2002), a construção sustentável é “…um processo holístico visando restaurar e manter a harmonia entre os ambientes natural e construído, ao mesmo tempo criando assentamentos que afirmem a dignidade humana e estimulem a igualdade econômica”.

Na prática a construção verde se baseia em criar estruturas e adotar processos ambientalmente responsáveis e eficientes no uso de recursos através do ciclo de vida de um edifício, desde a escolha da localização até o projeto, construção, operação, manutenção, renovações e desconstrução. O que complementa os projetos clássicos indo muito além dos aspectos relacionados e economia de projeto, utilidade, durabilidade e conforto nas construções.

As primeiras discussões sobre sustentabilidade nas construções foram na década de 70. A crise energética exigiu que novas tecnologias para um melhor aproveitamento de energia fossem utilizadas, e na busca da diminuição da dependência dos combustíveis fósseis. Surgiu então a agenda verde, com discussões sobre mudanças climáticas e construções verdes.

A Construção verde é a prática de criar estruturas e adotar processos ambientalmente responsáveis e eficientes no uso de recursos através do ciclo de vida de um edifício, desde a escolha da localização até o projeto, construção, operação, manutenção, renovações e desconstrução. Esta prática vai além e complementa as preocupações clássicas de projetos de edificações com economia, utilidade, durabilidade e conforto.

A Construção Civil merece atenção especial em se tratando de Construções Verdes. A urbanização deve sempre priorizar a preocupação com o meio ambiente. Os recursos hídricos, por exemplo, são fundamentais à sobrevivência humana, pois estão relacionados com geração de energia, produção agropecuária, desenvolvimento industrial, doméstico, dentre outros. Por isso, deve haver planejamento nas formas de uso da água nos projetos de construção como, por exemplo, meios possíveis de estocar água de chuva. Deve-se atentar também ao uso de materiais de isolamento acústico, a fim de proporcionar tranquilidade às pessoas que residem próximo e aos que habitarão aquele imóvel a ser construído. Outro fator importante, que demonstra preocupação socioambiental, é proporcionar ambientes que tenham vegetações, pois elas melhoram a qualidade do ambiente, proporcionando frescor.

Segundo Couto, Couto e Teixeira (2006, p. 05), “o uso de materiais reciclados irá encorajar indústrias e governos a investigar novas tecnologias para reciclar, e para criar uma rede de suporte mais larga para futura reciclagem e reutilização”. Nesse sentido, os autores mencionam que o uso de materiais reciclados pode ser uma das alternativas para uma construção mais sustentável. Logo, o uso de materiais sustentáveis evidencia maior responsabilidade com o meio ambiente, sendo interessante ampliar esse tipo de construção.

Sobre os materiais sustentáveis, Wieczynski (2015), destaca o tijolo ecológico, as placas ecológicas, captação de água de chuva e ressalta a importância ecológica desses materiais. Quanto ao tijolo, é ecológico porque, diferentemente do tijolo convencional, não precisa ser cozido em fornos, eliminando assim a utilização de lenha e a derrubada de dez árvores para a fabricação de mil tijolos.

Embora a Construção Civil seja necessária para o desenvolvimento das cidades, pode provocar danos, se não houver relação de equilíbrio entre construção e meio ambiente. Tal equilíbrio pode ser obtido por meio de um planejamento que leve em consideração as diversas proposições inerentes aos princípios de sustentabilidade, e que resultem em construções sustentáveis. Um planejamento socioambiental satisfatório no ambiente urbano minimiza os impactos ambientais.

A utilização de materiais sustentáveis nas construções e os princípios de sustentabilidade têm-se constituído como alternativas viáveis, mas é possível ampliar essas ações e colocá-las ainda mais em prática. Afinal, desequilíbrios ambientais podem ter consequências graves como falta de água, aumento do calor, maior poluição, dentre outras. Uma maior conscientização no ensino de técnicas sustentáveis para a construção civil, nessa perspectiva, pode contribuir para uma maior preocupação socioambiental, auxiliando o desenvolvimento sustentável.

Fontes:
– Comissão Mundial Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. Nosso Futuro Comum. 2 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1991
– CIANCIARDI, G.; BRUNA, G. C. Procedimentos de sustentabilidade ecológicos na restauração dos edifícios citadinos. Cadernos de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, v. 4, n. 1, p. 113-127, 2004. Disponível em: http://coral.ufsm.br/lasac/patrimonio5.pdf. Acesso em: 10 fev. 2019.
– JOHN, V. M. et al. Durabilidade e Sustentabilidade: desafios para a construção civil brasileira. In: Workshop sobre durabilidade das construções. 2002.

Escrito por Shayra Lauar. Empreendedora dos Cursos de Engenharia e Arquitetura da Faculdade Serra Dourada Altamira.

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Como os profissionais da saúde podem atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde?

Como os profissionais da saúde podem atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), existem três diferentes níveis de atenção à saúde. São eles: nível primário, secundário e terciário. E qual é a diferença entre esses níveis?

O nível primário é considerado a porta de entrada do Sistema Único de Saúde, onde ações de promoção à saúde e prevenção de doenças são realizadas. Neste nível não há tratamento de doenças ou procedimentos complexos. Exames e consultas de rotina são realizados para manter uma vida saudável do indivíduo. Dependendo do estado de saúde do paciente, este é encaminhado para os níveis secundário e terciário.

As ações no nível primário podem diminuir consideravelmente o agravamento de doenças não transmissíveis, como a diabetes e doenças cardiovasculares. Os profissionais de saúde podem desenvolver campanhas de prevenção e promoção à saúde, palestras, desenvolvimento de cartilhas informativas, dentre outras ações que objetivam orientar a população sobre os cuidados com a saúde.

No nível secundário, o paciente recebe atendimento de profissionais da saúde mais especializados, como cardiologistas por exemplo. O paciente se submete a exames para diagnóstico da doença e tratamento específico.

Já no nível terciário, o paciente passa por procedimentos de alta complexidade, pois sua doença evoluiu para um estágio mais grave, precisando até mesmo de exames invasivos e cirurgias. A reabilitação do paciente também se encontra neste nível. O objetivo do profissional da saúde é restabelecer as funções do corpo que ficaram debilitadas com a doença.

Os profissionais da saúde precisam estar aptos para atuar em todos os níveis de atenção da saúde, desenvolvendo ações de promoção, prevenção, tratamento e recuperação do indivíduo, sempre visando a equidade e integralidade do paciente.

 

Escrito por Flávia Ribeiro, Empreendedora dos Cursos de Saúde da Faculdade Serra Dourada Altamira. 

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Transtornos Alimentares e Odontologia

Transtornos Alimentares e Odontologia

Vivenciamos atualmente inúmeros problemas na nossa sociedade, derivados de uma busca pela perfeição e por tentativas de se enquadrar em “padrões” denominados como perfeitos pela sociedade.

Um desses problemas são os transtornos alimentares. Estudos brasileiros demonstram o aumento significativo de adolescentes com esses transtornos. A Sociedade Brasileira de Neuropsicologia, em seu boletim de 2019, trouxe dados como a incidência aproximada de bulimia nervosa de aproximadamente 13 casos a cada 100 mil indivíduos por ano.

Esses dados são alarmantes, mas o importante é que os profissionais de saúde e os pais estejam atentos e conheçam sobre esses transtornos.

Os transtornos alimentares manifestam-se de forma combinada ou separadamente e podem estar associados a diferentes tipos de comportamento. Mas o principal é que estes transtornos têm potencial de influenciar a saúde geral e também a saúde bucal das pessoas.

Os transtornos alimentares são divididos em 3 principais diagnósticos:

  • Anorexia nervosa
  • Bulimia nervosa
  • Transtorno alimentar não especificado de outra forma

Cirurgião-dentista x 

Distúrbios alimentares

Os cirurgiões dentistas podem ser os primeiros profissionais a desconfiar destas alterações, pois os distúrbios alimentares podem estar associados a alterações na saúde bucal. As alterações bucais variam de transtorno para transtorno, mas podem incluir desde erosão dentária, hipersensibilidade, até aumento de lesões de cárie dentária.

Está aí mais um motivo para as visitas rotineiras ao consultório odontológico. Não deixe de levar seu filho, principalmente o adolescente ao seu dentista! E você, profissional ou futuro profissional, não negligencie nenhum transtorno, pois a saúde é algo interligado e indissociável.

Referências: Johansson et al., 2012; Hermont et al., 2013.

Escrito por Carolina Freitas Lage. Empreendedora do Curso de Odontologia da Faculdade Serra Dourada de Altamir

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Quero fazer o curso de Direito: quais oportunidades posso ter como profissional no futuro?

Quero fazer o curso de Direito: quais oportunidades posso ter como profissional no futuro?

O curso de Direito normalmente é buscado pelas pessoas em função do grande leque de oportunidades que abre. Você pode ser advogado, pode buscar uma carreira na administração pública – e são dezenas de concursos que se apresentam para o bacharel em Direito; pode ainda ser jurídico interno de uma empresa… Enfim, este curso realmente amplia muito o universo de possibilidades profissionais…

Mas o curso de Direito é muito mais que isso. Ele não abre apenas possibilidades de trabalhos de ser um advogado, juiz, delegado ou promotor de justiça, ele garante a todos uma consciência única da própria cidadania!

Saber quais são os Direitos Fundamentais a que tem direito todo cidadão, entender como funcionam as instituições do nosso Estado Republicano, compreender as obrigações do Governo dentro de um Estado Democrático de Direito etc faz nascer em todos nós um senso crítico muito importante para toda a vida. O curso de Direito nos torna cidadãos mais completos.

Além disso, o Direito é muito legal e tem tudo a ver com os que não se acomodam, com aqueles que gostam de desafios, com quem quer mudar sua própria vida e ajudar a mudar a vida dos outros.

Como advogado, você pode trabalhar em grandes processos judiciais, pode ser um consultor jurídico empenhado em buscar soluções para as mais diversas situações, pode ser o fundador de uma startup jurídica para viabilizar o acesso ao judiciário de uma forma mais descomplicada, dentre outras possibilidades.

Como um juiz ou promotor de justiça, você pode transformar a vida de milhares de pessoas com ações positivas que vão impactar comunidades ou grupos minoritários que precisam contar com o Poder Judiciário para fazer valer os seus direitos.

Como defensor público, sua missão será sempre buscar defender os mais vulneráveis e garantir, a todos, sem distinção, o sagrado direito de defesa.

Se você se vê do lado daqueles que querem transformar, seu caminho começa por aqui.

Escrito por Gustavo Xavier – Empreendedor do Futuro do Curso de Direito da Faculdade Serra Dourada de Altamira.

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Soft skills: conheça as habilidades mais valorizadas pelo mercado de trabalho

Soft skills: conheça as habilidades mais valorizadas pelo mercado de trabalho

Um termo que vem ganhando cada vez mais destaque no mundo corporativo, as soft skills são habilidades baseadas na inteligência emocional e que estão ligadas na capacidade de as pessoas interagirem uma umas com as outras e com elas mesmas. Resiliência, empatia, colaboração e comunicação são algumas dessas competências que o psicólogo expert no assunto e autor do bestseller “Inteligência Emocional” considera como as responsáveis por distinguir profissionais incríveis da média. Uma característica muito valorizada no mercado de trabalho, já que, por meio das soft skills, é possível que empresas contem com grandes líderes, facilitadores e motivadores de toda uma equipe.

Atualmente, algumas das soft skills mais demandadas pelo mercado de trabalho são:

Colaboração: saber trabalhar bem em grupo;

Flexibilidade: saber se adaptar às mudanças;

Trabalhar sob pressão: gerenciar estresse sem perder o foco;

Comunicação eficaz: ouvir atentamente e se comunicar de maneira clara;

Orientação para resultados: atingir o resultado final da maneira mais eficaz possível;

Liderança de equipe: saber como motivar e engajar grupos.

E você sabia que é possível desenvolver e/ou fortalecer essas habilidades e se transformar nesse profissional que todas as empresas almejam? É isso mesmo. As soft skills podem ser “desbloqueadas” por meio de alguns métodos, como mentorias, cursos de autoconhecimento, planos de desenvolvimento individual, estudos sobre as habilidades emocionais, entre outros. E não é preciso já estar no mercado de trabalho para começar a desenvolvê-las. Quanto antes elas começarem a ser introduzidas no dia a dia, melhor.

Um dos pilares da metodologia de ensino da Faculdade Serra Dourada é despertar o interesse e fortalecer o desenvolvimento de habilidades e competências que vão além do ensinado em sala de aula, despertando o aluno para as soft skills e preparando-o de verdade para o mercado de trabalho. Nossa metodologia de ensino é baseada em modelos internacionais e temos a estrutura que você precisa para se tornar o profissional que as empresas procuram. Entre em contato com a nossa equipe comercial e saiba mais sobre os nossos diferenciais.

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O valor do ensino superior. Profissionais graduados recebem até 2,5 vezes mais

O valor do ensino superior. Profissionais graduados recebem até 2,5 vezes mais

Com toda a certeza, você já deve ter ouvido dizer que quem tem ensino superior recebe mais, não é mesmo?  

Mas, porque será que as empresas aumentam o salário do funcionário que faz faculdade? Será que é possível receber até 2,5 vezes mais que outro empregado que não tem nível superior?

A resposta é sim, o ensino superior além de agregar valor para sua vida pessoal também aumenta a sua renda.

No texto de hoje vou te mostrar como o aumento de salário acontece e como se beneficiar disso.

Como o grau de instrução interfere na renda do trabalhador?

De acordo com o IBGE, dependendo da função, a diferença salarial de um graduado para um não graduado chega a até três vezes mais.

O levantamento foi da PNADC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). Ao perguntar quanto o brasileiro recebia de salário, a maior parte dos profissionais graduados respondeu valores em torno de 5.110 reais.

Nas casas em que a pessoa não havia cursado faculdade o salário médio era de 1.727 reais. Pessoas que trabalham, porém não concluíram o ensino médio possuem salários de 842 reais.

Porque um graduado recebe mais?

Antes de tudo graduados recebem mais, isso é um fato na maioria dos países e, no Brasil não poderia ser diferente.

A diferença já pode ser percebida no início do curso superior. Um profissional com nível superior incompleto já tem salário maior do que quem ainda está pensando em entrar na faculdade.

Só para ilustrar, o mercado de trabalho aumenta o salário dos profissionais que são mais difíceis de serem encontrados. Logo que, de cada 100 pessoas apenas 14 conseguem chegar até o ensino superior é melhor oferecer salários atraentes para ter os melhores na empresa.

Vale a pena seguir estudando?

Depois da crise recente, muita gente viveu o dilema de continuar ou não a estudar. Se, por um lado a faculdade é um gasto alto para muitas famílias, por outro, a certeza de que tudo vale a pena é o que incentiva quem está na faculdade a concluir os estudos.

Nesse sentido as pesquisas são animadoras. Os dados levantados pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) revelam que o mercado de trabalho brasileiro valoriza as pessoas que estudam e seguem se qualificando.

Se, ao entrar na faculdade você já passa a ganhar o dobro de um profissional com o ensino médio, ao continuar seus estudos as mudanças podem ser ainda maiores. A saber, profissionais com mestrado e doutorado também possuem salários altos.

Tipos de ensino superior na atualidade

Existem diferentes tipos de graduação no Brasil. Atualmente, as opções de curso superior disponíveis são:

  • Tecnológico: são cursos criados para atender demandas específicas do mercado de trabalho. Sua duração é menor e leva de 02 a 03 anos para ser concluído.
  • Bacharelado: é a formação clássica. A maioria das carreiras de bacharel possui cursos com duração de 04 a 06 anos em média.
  • Licenciatura: cursos que formam professores para atuar no ensino básico. As licenciaturas são bastante procuradas por quem pretende ingressar na área da educação.
  • Sequencial: é um curso sequencial para complementação de estudos. Possui duração média de 02 anos.

Entrar no mercado sabendo que seu salário está garantido é algo motivador. Aproveite os conhecimentos da faculdade e continue estudando para ter a tão sonhada independência financeira.

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